sexta-feira, 3 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
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Mangá
Mesmo antes de se pensar no conceito de história em quadrinhos no Ocidente, os japoneses já haviam desenvolvido algo bem semelhante. Dentro de sua arte, já produziam histórias sobre o seu cotidiano apresentando muitos aspectos que mais tarde iriam formar o que hoje conhecemos como Mangá. As histórias em quadrinhos, não são consideradas como coisas de criança no Japão. O Mangá, como é chamado o gibi japonês, é um hábito que sobrevive ao final da infância e continua sendo o principal hábito de leitura durante toda a vida dos japoneses.
É errôneo taxá-lo como coisa de aficionados. Muito pelo contrário, basta entrar em qualquer trem ou metrô para se deparar com alguém lendo mangá. Nenhum livro ou revista bate os quadrinhos nas vendas. Nas bancas existem nada menos do que 273 títulos à disposição do consumidor. Só no ano passado, os japoneses deixaram 580 bilhões de ienes (5,5 bilhões de reais) na compra de 2,2 bilhões de exemplares - o que dá quase um mangá para cada três habitantes do planeta.
Samurai
“Durante sete séculos, o Japão foi dirigido, política e administrativamente, pelos samurais, uma classe de elite , cujo exemplo e padrões de comportamento foram talvez mais importantes para a organização da sociedade japonesa e a definição do perfil do homem nipônico do que sua atuação política e administrativa. Os samurais são geralmente vistos como guerreiros e considerados como militares, o que, de fato, era sua função tradicional. Porém, mais do que isso, eram um tipo de homem de elite, formado à base de um ethos extremamente apurado. Sua habilitação transcendia os limites da ciência e das artes marciais, assim como dos ofícios administrativos, espraiando-se para horizontes tão amplos quanto os da literatura, da artesania, das belas-artes, da meditação. Não havia limites ao escopo das atividades do samurai e seu ideal era o do homem perfeito.”
A literatura, assim como as artes, a filosofia e as ciências, são expressões do pensamento de um povo. Podemos conhecer profundamente a forma de pensar de um povo analisando sua literatura. No entanto, neste trabalho, vamos seguir por um novo caminho. Não vamos nos prender no estudo de obras literárias, mas no conhecimento de algumas particularidades dos Samurais que nos darão subsídios para compreender a literatura desenvolvida no intervalo em que eles dominaram o Japão.
Nesta primeira parte veremos desde o Período Kamakura (1192-1333), quando os samurais assumem o poder, até o Período Edo (1603-1868), quando consolidam sua supremacia como classe, como arte, como tradição e como doutrina. Na Segunda parte, veremos alguns aspectos inerentes a todo samurai e que influenciam, até hoje, o povo japonês.
Aprenda um pouco mais sobre a cultura Japonesa..clique aqui
Mesmo antes de se pensar no conceito de história em quadrinhos no Ocidente, os japoneses já haviam desenvolvido algo bem semelhante. Dentro de sua arte, já produziam histórias sobre o seu cotidiano apresentando muitos aspectos que mais tarde iriam formar o que hoje conhecemos como Mangá. As histórias em quadrinhos, não são consideradas como coisas de criança no Japão. O Mangá, como é chamado o gibi japonês, é um hábito que sobrevive ao final da infância e continua sendo o principal hábito de leitura durante toda a vida dos japoneses.
É errôneo taxá-lo como coisa de aficionados. Muito pelo contrário, basta entrar em qualquer trem ou metrô para se deparar com alguém lendo mangá. Nenhum livro ou revista bate os quadrinhos nas vendas. Nas bancas existem nada menos do que 273 títulos à disposição do consumidor. Só no ano passado, os japoneses deixaram 580 bilhões de ienes (5,5 bilhões de reais) na compra de 2,2 bilhões de exemplares - o que dá quase um mangá para cada três habitantes do planeta.
Samurai
“Durante sete séculos, o Japão foi dirigido, política e administrativamente, pelos samurais, uma classe de elite , cujo exemplo e padrões de comportamento foram talvez mais importantes para a organização da sociedade japonesa e a definição do perfil do homem nipônico do que sua atuação política e administrativa. Os samurais são geralmente vistos como guerreiros e considerados como militares, o que, de fato, era sua função tradicional. Porém, mais do que isso, eram um tipo de homem de elite, formado à base de um ethos extremamente apurado. Sua habilitação transcendia os limites da ciência e das artes marciais, assim como dos ofícios administrativos, espraiando-se para horizontes tão amplos quanto os da literatura, da artesania, das belas-artes, da meditação. Não havia limites ao escopo das atividades do samurai e seu ideal era o do homem perfeito.”
A literatura, assim como as artes, a filosofia e as ciências, são expressões do pensamento de um povo. Podemos conhecer profundamente a forma de pensar de um povo analisando sua literatura. No entanto, neste trabalho, vamos seguir por um novo caminho. Não vamos nos prender no estudo de obras literárias, mas no conhecimento de algumas particularidades dos Samurais que nos darão subsídios para compreender a literatura desenvolvida no intervalo em que eles dominaram o Japão.
Nesta primeira parte veremos desde o Período Kamakura (1192-1333), quando os samurais assumem o poder, até o Período Edo (1603-1868), quando consolidam sua supremacia como classe, como arte, como tradição e como doutrina. Na Segunda parte, veremos alguns aspectos inerentes a todo samurai e que influenciam, até hoje, o povo japonês.
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domingo, 22 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
100 Anos da Imigrção Japonesa no Brasil.....\o/

A História da Imigração Japonesa no Brasil, a chegada no Kasato Maru, os primeiros imigrantes, a cultura japonesa no Brasil, as dificultades e as contribuições culturais para a formação da cultura brasileira
“No ano de 2008, vamos comemorar, aqui no Brasil, 100 anos da imigração japonesa. Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao porto de Santos o Kasato Maru, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. A grande parte destes imigrantes era formada por camponeses de regiões pobres do norte e sul do Japão, que vieram trabalhar nas prósperas fazendas de café do oeste do estado de São Paulo.
“No ano de 2008, vamos comemorar, aqui no Brasil, 100 anos da imigração japonesa. Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao porto de Santos o Kasato Maru, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. A grande parte destes imigrantes era formada por camponeses de regiões pobres do norte e sul do Japão, que vieram trabalhar nas prósperas fazendas de café do oeste do estado de São Paulo.
Leia a matéria toda no site Sua Pesquisa
Leia também na Wikipédia
Japão
Kasato Maru: navio que trouxe os primeiros japoneses ao Brasil

Armazém japonês em São Paulo em 1940.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Histórias em Quadrinhos.... o.O
Histórias em quadrinhos no Brasil começou no início do Século XX, hoje no país o estilo comics dos super-heróis americanos é o predominante, mas vem perdendo espaço para uma expansão muito rápida dos quadrinhos japoneses (conhecidos como Mangá). Artistas brasileiros têm trabalhado com ambos os estilos. No caso dos comics alguns já conquistaram fama internacional (como Roger Cruz que desenhou X-man ).
Comics
X
Mangá
Futebol....¬¬

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